sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Felicidade Clandestina


É tão bom sentir esta felicidade clandestina
Somos eu e você, mais ninguém.
Perdidos em meio a olhares
Unidos em meio a caricias
Rostos colados
Línguas enroscadas
Corpos encaixados

Em teus braços me sinto completa
Acariciada pelas tuas mãos longas e firmes
Que conduz meu corpo
Me leva além do horizonte
Percorro as montanhas, os vales, os desertos.
E volto para o mundo sombrio, sem você.

3 comentários:

Eliana Mara disse...

Por aqui também o amor reina.
A busca, o desejo de encontro, o lirismo.


Beijos

Nathália von Arcosy disse...

Olha que esse amor tá fazendo muito bem pro seu blog, não é mesmo?? É muita inspiração que se traduz nesses textos bons de ler e gostosos de sonhar...


PS. Saudades!

Tássia Pellegrini (Tanna) disse...

o "sem você" é sempre doloroso, mesmo com tudo afinado.