quinta-feira, 6 de novembro de 2008


Vaga pelas ruas escuras e nuas.
Caminha sem rumo.
Em busca de um passado que nunca existiu.
Perdida em meios aos pensamentos.
Pára, senta e se sente sozinha.
Está tudo tão vazio.
O coração ferido.
Clarissa não quer desabafar.
Sorrisos já não bastam,
não são suficientes para ocultar a tristeza que lateja em seu peito.
Dói não ser compreendida por todos.
Dói não entender a si própria.
São tantos querer.
Tantas não realizações.
A esperança caminha sozinha como aquela garota perdida em meio à escuridão.

Um comentário:

Nathália von Arcosy disse...

ahhh, que bom que essa angústia já passou... a se verificar no post seguinte, né??

O amor pode curar, Hari. Aproveite, amiga!