sábado, 20 de dezembro de 2008

Ausência matirizante

Há tantas coisas a lhe dizer
Mas as palavras evaporam no ar
No extenso infinito que nos separa
Uma aguda dor alfineta meu peito
A tua ausência martiriza
Tuas palavras inauditas
Sempre presente em meus pensamentos
A tua pintura íntima
Acende a chama
Em meios a carícias descontroladas
Entrego-me ao insano
Desligo-me do real
E viajo rumo ao amor proibido
Arde e queima
Improvável
Despudorado
Corre o calor insuportável
Rompe o dia
É hora de se despedir
De quem apenas quer amar.

Um comentário:

Nathália von Arcosy disse...

"Em meios a carícias descontroladas
(...)
Arde e queima
Improvável
Despudorado
Corre o calor insuportável
Rompe o dia
É hora de se despedir
De quem apenas quer amar."

ô... preciso saber das novidades... Esse amor tá esquentando.