terça-feira, 2 de junho de 2009

Quarto escuro


Gotículas de água escorrem pela parede.
No quarto, o vidro embaçado. Tenta ver a natureza do lado de fora. Respirar o ar puro e ser livre como um pássaro. Tristeza e solidão batem à porta. Não. Adeus à solidão. Como águia, que voa alto, eu sigo. Adeus quarto escuro.

4 comentários:

@line-;-- disse...

Adeus mesmo, a vida por mais amarga que possa ser às vezes, sempre nos proporciona belezas que so podem ser vistas se nós deixarmos nosso claustro!

bjm

AcidStorm disse...

Deixando pra lá as coisas doloridas. Abra as janelas da alma, flor.

Grande Beijo.

Aline Barbosa disse...

Gostei mto.
É pequeno e a impressão que eu tive foi de que esse é o tamanho perfeito.

Gostei mesmo.

Bjo!
\o7

KêDy disse...

oi hariane não é que falei de quarto lá tbm ...estamos em sintonia ...bunitu poema viu?

mto bom, bjos